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      Libélula Fóssil da Formação Santana

      Ref: 960270044
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      Libélulas podem ser vistas próximas às margens de rios e lagos porque suas larvas são aquáticas. Por viverem sempre próximas da água, o seu registro fóssil é bastante completo. Assim como as larvas, as formas adultas são predadoras e comem principalmente mosquitos e outros pequenos insetos que capturam com a "rede" que formam com as suas 6 patas.

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      • Descrição

      Libélula Fóssil da Formação Santana

      As rochas de Formação Santana, da Chapada do Araripe, Ceará, são mundialmente conhecidas por causa do grande número de espécies fósseis ali encontradas, bem como pela sua excelente qualidade de preservação - muitos fósseis com partes de tecidos moles já foram retirados dali. Peixes, dinossauros, pterossauros e plantas, são os fósseis mais conhecidos, mas as características únicas daquele paleoambiente não deixaram de lado outros animais, tais como pequenos artrópodes. Arnhas, besouros, baratas e Libélulas, dentre muitos outros, já foram também encontrados.

      Libélulas podem ser vistas próximas às margens de rios e lagos porque suas larvas são aquáticas. Por viverem sempre próximas da água, o seu registro fóssil é bastante completo. Assim como as larvas, as formas adultas são predadoras e comem principalmente mosquitos e outros pequenos insetos que capturam com a "rede" que formam com as suas 6 patas. 

      Na classe dos insetos, as libélulas pertencem a um grupo menos chamado Paleoptera insetos que não podem dobrar as asas sobre o corpo, um dos fatores que impediu que as libélulas se adaptassem aos muitos outros ambientes que os Neoptera (Besouros, Abelhas, Borboletas etc) conquistaram.

      A mais antiga libélula é conhecida do período Carbonífero e tem aproximadamente 320 milhões de anos. Cento e dez milhões de anos atrás, a libélula representada nesta réplica deveria capturar suas presas sobre o grande lago que deu origem as rochas da Formação Santana. Distante da terra firme, vencida pelo cansaço ou levada por uma forte tempestade, caiu no lago onde morreu afogada; uma vez no fundo encontrou condições de preservação sem oxigênio e animais decompositores que a distribuíssem. Tais condições ideias, mais as finíssimas partículas de carbonato que a cobriram, foram capazes de preservar até mesmo suas delicadas asas.

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